E lá vamos nós com a categoria "Volta ao Mundo DUJ", em que a leitura foi mais difícil de encontrar do que o esperado.
O que é a Volta ao Mundo DUJ?
Tenho uma planilha com os países numerados, que peguei no Mundo Escola e nela há 193 países listados, assim todo mês sorteio três países diferentes para descobrir (ou finalmente conferir algo que está na meta) algo do país, livremente na linha das sete artes - pintura, escultura, música, literatura, dança, arquitetura e cinema - já que nem todas eu costumo falar por aqui.
Países sorteados para Junho/2026
Os números sorteados pelo Sorteador foram: 76 (Jamaica) - 20 (Gana) - 45 (Tunísia)
Posts anteriores da Volta ao Mundo DUJ:
Volta ao Mundo DUJ: Ano 1 • Volta ao Mundo DUJ: Ano 2 • Janeiro/2026 • Fevereiro/2026 • Março/2026 • Abril/2026 • Maio/2026
Jamaica (continente: América Central) - literatura
Como leitora casual de livros de poesia descobri o trabalho de Kei Miller, que além da poesia também passeia no realismo mágico e em não ficções, em especial livro de memórias. The Cartographer Tries to Map a Way to Zion reúne textos dele publicados em diversos locais.
Mesmo não tendo saído totalmente encantada com as palavras dele focando nos poemas como um texto solitário, gostei da reunião de textos da saga do cartógrafo e outra figura que também tem destaque nessa reunião de textos é um rastaman (seguidor da religião Rastafári).
Para quem gosta de sair de leituras já abrindo o Google para pesquisar artigos e se aprofundar em qualquer natureza de assunto apresentada, no final do livro tem uma reunião de conceitos trabalhados durante ele, incluindo indicação de um conto popular na Jamaica: Anancy e o pote mágico.
Gana (continente: África) - música
Descobri o trabalho da Gyakie, que passei entre o afro-pop e o R&B, tendo inclusive uma música com mais de 100 milhões de visualizações no Youtube (Forever) e que foi um leve fenômeno global. A música está no sangue, em que ela é filha de Nana Acheampong, um grandão da música no gênero highlife ganês.
Tunísia (continente: África) - cinema
Com uma grande mudança na forma de apresentar um documentário, o diretor de As 4 Filhas de Olfa contrata duas atrizes para reencenar e recontar a história da família de Olfa, uma mulher que tem quatro filhas, porém duas desapareceram e é aí que o diretor decidiu colocar para "preencher o vazio" para contar essa história com uma câmera na frente das filhas genuínas e as não genuínas.
Fui bem tapeada pela média boa no Letterboxd e ser um filme que foi indicado à categoria de melhor filme internacional, que geralmente é uma combinação de sucesso para mim, porém com esse filme foi uma experiência mediana e fiquei triste pelas expectativas que eu tinha.
Tem umas questões pesadas sendo abordadas nesse filme e para mim ficou bem fora de tom quando elas contam as coisas rindo horrores, que acabou tirando a minha atenção para quando algo mais sério era falado
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Vocês tem alguma recomendação literária, musical ou cinéfila (qualquer uma das outras quatro artes também pode!) de algum desses países mencionados? Esse mês tenho de dica somente o trabalho da Nicola Yoon que é jamaicana e autora dos livros Tudo e Todas as Coisas, O Sol Também é uma Estrela e Instruções Para Dançar.




















