Título: The Map Of Tiny Perfect Things
Elenco: Kathryn Newton, Kyle Allen, Al Madrigal, Anna Mikami, Cleo Fraser, Jorja Fox, Josh Hamilton
Diretor: Ian Samuels
Estreia: 12 de Fevereiro de 2021
Gênero: Drama, romance
Duração: 98 minutos
Classificação: 12 anos
Disponível em: Prime Video
Elenco: Kathryn Newton, Kyle Allen, Al Madrigal, Anna Mikami, Cleo Fraser, Jorja Fox, Josh Hamilton
Diretor: Ian Samuels
Estreia: 12 de Fevereiro de 2021
Gênero: Drama, romance
Duração: 98 minutos
Classificação: 12 anos
Disponível em: Prime Video
Sinopse: Mark é um jovem que se contenta em viver o mesmo dia de sua vida em um eterno looping. Seu mundo é colocado de cabeça para baixo quando ele conhece a misteriosa Margaret, também presa no modo looping de viver. Mark e Margaret formam uma parceria magnética, tentando descobrir todas as pequenas coisas que fazem daquele dia perfeito.
O Mapa das Pequenas Coisas Perfeitas é baseado no conto de mesmo nome do autor Lev Grossman (The Magicians), que faz parte da coletânea Aconteceu Naquele Verão lançado pela Editora Intrínseca, e saiu pelo Prime Video no início do ano.
A minha relação com filmes tem basicamente dois pontos: vejo o mais rápido possível depois que descubro ele, ou deixo na lista de quero assistir e assisto ele entre alguns meses e alguns anos depois que ouço falar, a vantagem que sempre tem filmes que gosto bastante nos dois casos e nao vejo razão para mudar de técnica, O Mapa das Pequenas Coisas Pefeitas ficou na segunda opção e eu curti bastante.
Eu sei que vira e volta aparece uma adaptação de livro que faz um baita sucesso, mas parecem que tem umas adaptações que exalam mais o clima de adaptação literária e/ou narrativas que vi horrores em livros do que outras e esse filme entrou bem nisso, ele me deu bem o clima de ler as histórias do John Green anos atrás ou ler Como Sobreviver à Realeza mais recentemente, inclusive o comentário mais curtido do filme no Letterboxd diz que é como se o filme Palm Springs (um ícone de filme do ano passado) fosse escrito pelo John Green e esse é o melhor resumo possível para esta história.
Amo histórias com loops temporais, sendo que em mais de uma série sci-fi favorita minha os episódios com esse clichê estão entre os meus favoritos, como Doctor Who, 12 Monkeys e Agents of SHIELD, pois além de quem dirige o episódio/filme deve fazer a festa com as possibilidades que uma história dessas pode trazer na hora da montagem, sempre se trata de uma jornada que trabalha muito a relação dos personagens enfiados no loop temporal.
Eu também gostei de como aqui desenvolveprincipalmente uma amizade do que um romance (mas está liberado shippar horrores, pois o mocinho está preparado para ser gado!). Outra coisa legal é o que eles valorizam em sua jornada: as pequenas coisas que ocorrem no dia-a-dia, em que eles só tem condição de vivenciarem as do dia 4 de agosto, que é quando eles tem tempo de sobra para prestar mais atenção em tudo que está ocorrendo ao seu redor.
Trailer do filme:




