
A Fúria e a Aurora, livro #1
Autora: Renée Ahdieh
Editora: Globo Alt
Páginas: 336
Avaliação: ★★★★
Compre em: Amazon
A melhor amiga de Sherazade foi assassinada pelo rei de Khorasan, Khalid Ibn Al-Rashid, e ela não é a primeira: há pelo menos 70 auroras ele assassina sua nova esposa, ninguém sabe a razão de ele ser um assassino em série e nem sabe como parar isso, Sherazade se voluntaria para ser a próxima esposa e se vingar, mesmo que talvez essa seja sua última noite.
Na primeira noite é sentida uma faísca entre eles e uma boa história daquelas terras, uma curiosidade e uma língua afiada parece ser a chave para Sherazade viver mais auroras.
Tramas políticas, vingança, cenários e roupas de tirar o fôlego (se o montante de areia já não fez o serviço antes) e duas jovens que tem línguas mais afiadas que canivete de trabalhador, são os elementos que mais me seduziram na trama.
O romance só me deu birra pois foi colocado de cara como um Instalove/romance miojo/romance na velocidade dos vilões do Flash, mas o desenvolvimento é bom com umas cenas pontuais 10/10. Na história temos dois núcleos: Sherazade no palácio e o lado da "revolta", este que me dava um baita preguiça e neste primeiro livro acrescentou muito pouco, sobre o pai da protagonista: ?????????
Sherazade é do tipo de protagonista que a gente gosta, impõe sua posição e não vai levar desaforo de ninguém e no meio disso arrasa nas suas falas. O mistério de Khalid é interessante e por conta dos seus mais chegados nunca vi ele como uma figura imponente (dar de ombros aqui).
A escrita do livro é tranquila, em que você finaliza a história de um a três dias tranquilamente, porém fica recomendado que você leia com atenção o glossário do início do livro devido a tantos termos. Fica aqui a minha reclamação sobre a capa do livro: se fosse a capa de um diário seria sucesso, já que é de livro...
Autora: Renée Ahdieh
Editora: Globo Alt
Páginas: 336
Avaliação: ★★★★
Compre em: Amazon
Sinopse: Personagem central da história, a jovem Sherazade se candidata ao posto de noiva de Khalid Ibn Al-Rashid, o rei de Khorasan, de 18 anos de idade, considerado um monstro pelos moradores da cidade por ele governada. Casando-se todos os dias com uma mulher diferente, o califa degola as eleitas a cada amanhecer. Depois de uma fila de garotas assassinadas no castelo, e inúmeras famílias desoladas, Sherazade perde uma de suas melhores amigas, Shiva, uma das vítimas fatais de Khalid. Em nome da forte amizade entre ambas, Sherazade planeja uma vingança para colocar fim às atrocidades do atual reinado.
Noite após noite, Sherazade seduz o rei, tecendo histórias que encantam e que garantem sua sobrevivência, embora saiba que cada aurora pode ser a sua última. De maneira inesperada, no entanto, passa a enxergar outras situações e realidades nas quais vive um rei com um coração atormentado. Apaixonada, a heroína da história entra em conflito ao encarar seu próprio arrebatamento como uma traição imperdoável à amiga.
Apesar de não ter perdido a coragem de fazer justiça, de tirar a vida de Khalid em honra às mulheres mortas, Sherazade empreende a missão de desvendar os segredos escondidos nos imensos corredores do palácio de mármore e pedra e em cenários mágicos em meio ao deserto.
A melhor amiga de Sherazade foi assassinada pelo rei de Khorasan, Khalid Ibn Al-Rashid, e ela não é a primeira: há pelo menos 70 auroras ele assassina sua nova esposa, ninguém sabe a razão de ele ser um assassino em série e nem sabe como parar isso, Sherazade se voluntaria para ser a próxima esposa e se vingar, mesmo que talvez essa seja sua última noite.
Na primeira noite é sentida uma faísca entre eles e uma boa história daquelas terras, uma curiosidade e uma língua afiada parece ser a chave para Sherazade viver mais auroras.
Tramas políticas, vingança, cenários e roupas de tirar o fôlego (se o montante de areia já não fez o serviço antes) e duas jovens que tem línguas mais afiadas que canivete de trabalhador, são os elementos que mais me seduziram na trama.
O romance só me deu birra pois foi colocado de cara como um Instalove/romance miojo/romance na velocidade dos vilões do Flash, mas o desenvolvimento é bom com umas cenas pontuais 10/10. Na história temos dois núcleos: Sherazade no palácio e o lado da "revolta", este que me dava um baita preguiça e neste primeiro livro acrescentou muito pouco, sobre o pai da protagonista: ?????????
Sherazade é do tipo de protagonista que a gente gosta, impõe sua posição e não vai levar desaforo de ninguém e no meio disso arrasa nas suas falas. O mistério de Khalid é interessante e por conta dos seus mais chegados nunca vi ele como uma figura imponente (dar de ombros aqui).
A escrita do livro é tranquila, em que você finaliza a história de um a três dias tranquilamente, porém fica recomendado que você leia com atenção o glossário do início do livro devido a tantos termos. Fica aqui a minha reclamação sobre a capa do livro: se fosse a capa de um diário seria sucesso, já que é de livro...



