Autor: Douglas Adams
Tradução: Marcia Heloisa Amarante Gonçalves
Editora: Arqueiro
Páginas: 208
Avaliação: ⭐⭐⭐
Sinopse: Com mais de 15 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo e uma galeria interminável de fãs, a série que traz o inglês Arthur Dent e o extraterrestre Ford Prefect como protagonistas de loucas aventuras espaciais ganha mais um episódio eletrizante.Depois de viajar pelo Universo, ver o aniquilamento da Terra, participar de guerras interestelares e conhecer as mais extraordinárias criaturas, Arthur está de volta ao seu planeta. Tudo parece igual, mas ele descobre que algo muito estranho aconteceu na sua ausência. Curioso com o fato e apaixonado por uma garota tão estranha quanto o que quer que tenha acontecido, ele parte em busca de uma explicação.Com sua peculiar ironia e seu talento aparentemente inesgotável para inventar personagens e histórias hilariantes - embora altamente filosóficas -, Douglas Adams nos presenteia com mais uma genial obra capaz de nos fazer refletir sobre o sentindo da vida de uma forma bem diferente da habitual.Intercalando momentos cômicos com imagens e descrições poéticas, "Até Mais, e Obrigado pelos Peixes!" é mais uma aventura da "trilogia de cinco" que já levou os leitores a conhecerem situações bem improváveis e a viver momentos de reflexão e de pura diversão.
Até Mais, e Obrigado Pelos Peixes! é o quarto livro da série Guia do Mochileiro das Galáxias, em que depois de umas aventuras no espaço Arthur está de volta para a Terra e parece que tudo está normal e exatamente como ele deixou, talvez o que tenha de menos seja o conceito de vigilância sanitária, considerando as primeiras coisas que ele faz quando chega em casa.
Descobri que devo ler as histórias do Douglas Adams somente quando estiver no pique para conferir uma grande farofa se não a leitura não funciona desde o primeiro volume dessa série, assim só estou lendo o quarto volume só agora e não pretendo mudar minha tática.
Acho que por conta da história se passar quase completamente na Terra eu senti uma leve mudança no jeito da escrita do autor se for comparar com os volumes anteriores, não senti o lance do jeito das descrições que conferi em A Vida, o Universo e Tudo mais, que me divertiu bastante durante a leitura, assim fiquei com a impressão que o Douglas Adams capricha mais nas pataquadas quando as aventuras estão fora da Terra.
Vira e volta vejo comentários elogiando o realismo mágico e como ele conversa bastante com as bizarrices que lidamos na América Latina, coisas que poderiam ser absurdas em qualquer outro lugar aqui a gente lida com uma naturalidade enorme, da mesma forma que os personagens de histórias de realismo mágico lidam com o mágico de forma natural, e fiquei com a impressão que o Douglas Adams usa desse "clichê" para seguir com tudo que ocorre nesse volume, ahh a Terra foi destruída porém não? Nossa deve ter rolado um trauma coletivo né? Não, foi visto como um "foi mal tava doidão" e segue o baile!
Gostei menos desse volume do que dos anteriores, mas não tem como não gostar do sabor do humor britânico.








