Autora: Scarlett St. Clair
Editora: Bloom Books
Páginas: 368
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐
Sinopse traduzida: Sua união é sua vingança.Isolde de Lara considera o dia do casamento o dia da sua morte. Para acabar com uma guerra de anos, ela deve se casar com o rei vampiro, Adrian Aleksandr Vasiliev, e matá-lo.Mas sua tentativa de assassinato é frustrada e Adrian ameaça que se Isolde tentar matá-lo novamente, ele a ressuscitará como uma morta-viva. Diante da possibilidade de se tornar aquilo que mais odeia, Isolde busca outras formas de desafiá-lo e sobreviver à brutal corte vampírica.Exceto que não é a corte que ela mais teme - é Adrian. Apesar de sua química inegável, ela se pergunta por que o rei - feroz, selvagem, impiedoso - a escolheu como consorte.A resposta vai destruir seu mundo.
Para garantir a segurança de seu reino, Isolde de Lara aceita se casar com o rei vampiro Adrian, este que está conquistando vários reinos na base da carnifina e essa aliança deixa o reino que Isolde cresceu em segurança. Todos do reino enxergam esse casamento de uma única forma: Isolde tem nas mãos a oportunidade perfeita de matá-lo, mas na primeira tentativa ela descobre que isso não será fácil e se tentar novamente terá grande consequências.
O livro tem um clima muito parecido com de outras romantasias que já li - o déjà-vu torando -, mas pelo menos consegui enxergar uma assinatura nele que dá para desenhar bem as suas diferenças das outras. A escrita de King of Battle and Blood tem uma fluidez mais parecida com a de romances contemporâneos do que de livros de fantasia, a porcentagem de leitura vai subindo rapidinho e você nem nota.
A autora tem origem indígena e isso é levemente trabalhado no histórico da protagonista, que tem mãe de origem indígena. Inclusive senti que a autora pegou nomes típicos de diversos países para demarcar as origens de cada personagem, pois vira e volta eu notava uns nomes que são bem brasileiros/latinos, enquanto em outros casos já era mais vibes de nomes russos.
A Isolde é uma legítima faca na bota (no caso adaga nos peitos), que não hesita em atacar com um objetivo claro na mente e é sempre afiada nas politicagens da corte. O Adrian é uma cadelinha convicta que em qualquer oportunidade mostra que está se rastejando aos pés da Isolde.
No livro existe rivalidade feminina, que pelos comentários que eu já tinha lido do livro eu comecei esperando cenas bem piores e de que a protagonista seria incapaz de formar laços com outras mulheres durante o livro, que não é o que ocorre, a rivalidade está ali, mas há umas boas conexões da protagonista com outras mulheres. Existe ciúmes rolando por ali também, e ele conseguiu me dar mais stress do que a rivalidade.
Vai se revelando um enredo de reencarnação nesse livro, que só não estou considerando capenga no desenvolvimento por conta de que está garantido que serão 3 livros nesse mundo (não sei se fecha em 3), então tempo para desenvolver terá, resta saber se vai ser tirado o selo de capenga.
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