Autora: S. A Chakraborty
Tradução: Mariana Kohnert
Editora: Morro Branco
Páginas: 704
Avaliação: ⭐⭐⭐⭐⭐
Sinopse: RETORNE A DAEVABAD NA FASCINANTE CONTINUAÇÃO DE A CIDADE DE BRONZEA vida de Nahri se transformou para sempre quando acidentalmente invocou Dara, um guerreiro djinn dividido entre um dever violento do qual nunca poderá escapar e uma paz que teme nunca merecer. Retirada de sua casa no Cairo e inserida na deslumbrante e traiçoeira corte de Daevabad, ela precisou de seus instintos mais primitivos para sobreviver. Agora, com a cidade impregnada com as consequências de uma devastadora batalha, Nahri deve aceitar os próprios poderes e a herança milenar que jamais sonhou possuir. Enquanto isso, Ali foi exilado por ousar desafiar seu pai. Caçado por assassinos e à deriva nas implacáveis areias de cobre de sua terra ancestral, ele é forçado a confiar em suas novas habilidades. Mas, ao fazer isso, ameaça descobrir um terrível segredo que sua família há muito mantém enterrado. Uma nova era se aproxima. Os djinns se reúnem dentro das paredes de bronze de Daevabad para comemorar, mas um poder invisível do desolado norte trará uma tempestade de fogo direto para os portões da cidade. Conseguirão sobreviver a esta ameaça sem precedentes?
O Reino de Cobre é o segundo livro da trilogia Daevabad de S. A. Chakraborty, uma trilogia de fantasia rica em elementos de ficção histórica e alta fantasia, exalando a cultura do Oriente Médio.
📖Leia também a resenha do primeiro volume: A Cidade de Bronze
O Munthadir é o personagem que mais mudei a opinião sobre ele durante o livro, se eu fosse fã o suficiente dessa trilogia já teria lançado a braba e feito um gráfico para ver o quanto que eu estava gostando do personagem por capítulo, Munthadir é um fogoso & inteligente que fala e faz umas besteiras, mas na hora H é leal com quem ama.
No geral a minha opinião sobre a Nahri e o Ali se manteve durante o livro, gosto bastante deles e dependendo me vejo em situação de passar pano para o que eles fazem, gosto muito de ver a postura deles mais idealista em um universo que eu fico perdidinha em descobrir quem é o mocinho da situação.
Além de capítulos sobre o ponto de vista da Nahri e do Ali, aqui também tem capítulos sob o ponto de vista do Dara e foram esses capítulos que me chamavam menos a atenção, gosto do Dara, mas no geral estava pouco me importando com a companhia dele.
Fiquei rindo fininho com as revelações importantes do livro, pois elas são contadas como se o personagem estivesse informando as horas e elas não impactam tanto o ritmo da história naquele momento, só mais para frente, eu enxerguei isso como você receber um biscoito por ter lido uma porcentagem do livro, e no final eu fiquei muito agradecida por esses biscoitos, pois pensa numa reta final de por volta de 150 páginas excelente, que lida com todas essas revelações!!
Sou super enrolada em finalizar calhamaços e por exemplo, a minha única meta de leitura para esse mês era ler um, e que delícia cumprir essa meta com O Reino de Cobre, pois a escrita da autora é muito gostosa de acompanhar, dá gosto de acompanhar esses personagens fazendo coisas mais comuns - porém com consequências reais para Daevabad - até a hora do pau torar e mesmo sendo um livro do meio de uma trilogia já entregou muita coisa boa.
Já tinha dito que Daevabad está entre as minhas cidades ficcionais favoritas (aqui), e como dá gosto de ver as politicagens nesse livro evidenciando o quanto é uma cidade viva nessas páginas, as ações dos poderosos chegam nos bairros e vice-e-versa.

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