
Triângulo de 4 Lados, livro #1
Autoras: Adelina Barbosa, Fernanda Medeiros
Editora: D'Plácido
Páginas: 320
Avaliação: ★★★★
Compre em: Livraria D'Plácido
O irmão mais novo de Rodrigo, o Brent tem uma paixão pela Sara e um modo calculista de se viver, porém não é correspondido, e aí que começa o triângulo amoroso nos modos do poema "Quadrilha - Carlos Drummond de Andrade" de ser. Brent amava Sara, que amava Rodrigo, que amava vai saber o quê e eu já te contei do Matheus?
Essa vida de crush da Sara, muda quando em seu aniversário quando ela e Rodrigo são francos e começam a sair às escondidas, pois sair com primos não é das melhores ideias de se contar para a família. Porém a sorte está favorável com a Sara e ela consegue uma bolsa para estudar arte em Paris durante as férias de meio de ano, mas ao voltar para sua terrinha as coisas estão bem diferentes e tome fita durex para consertar os corações.
Sara é uma garota gente como a gente no seu último ano escolar, com um grande crush para lidar e também as incertezas depois de conseguir aquilo que queria e ver outros dois caras incríveis gostando dela, eu adorava os capítulos narrados por ela, principalmente por conta de detalhes em forma de triângulo desabafando a tal situação, leria um livro só com aquelas notinhas que não sei porque me fazia lembrar a consciência da Lizzie McGuire (sim, a bonequinha desastrada). Claramente a narração da Sara é uma volta ao auge da adolescência.
Os mocinhos não são nada perfeitos, mas tem qualidades maravilhosas, principalmente o Brent e Matheus, o primeiro que sempre esteve ali para a Sara e para seus amigos e é um amorzinho de pessoa, mesmo sendo quieto e difícil de sorrir e o segundo que caiu no meio de um triângulo amoroso de paraquedas e enxerga tudo pelo lado de fora querendo estar dentro, e está aberto para dar conselhos como amigo ou futuro peguete. Rodrigo, Brent e Matheus também tem capítulos narrados por eles, em que não tem o recurso em forma de triângulo e apresentam o que estão vendo/sentindo de forma mais madura que a Sara.
Esse foi um triângulo amoroso que no fundo nem o leitor nem a Sara sabem que não dá para ficar perdido em quem escolher e que realmente tem um preferido para isso, eu sou #TeamBrent sem dúvidas! Aqui o romance e a admiração valem pelas pequenas coisas e ações, sendo que o beijo não é necessariamente tudo.
Todo o núcleo familiar e de amigos da Sara são pessoas que você adoraria conhecer, mesmo aparecendo pouco, o irmão dela e suas melhores amigas são donos de diálogos que com certeza já tivemos alguma vez na vida. Só fiquei sentindo um pouco de falta de uma conversa surtada sobre a viagem à Paris, já que teve uma dos preparativos.
A edição do livro tem bem poucos erros, e os recursos dos triângulos da narração da Sara e o início dos capítulos ter a silhueta do narrador deixou a edição uma graça, aliando com o crush que tenho com essa capa. Apenas quero um maior desenvolvimento do Matheus no segundo livro, pois adorei o jeito dele!
Autoras: Adelina Barbosa, Fernanda Medeiros
Editora: D'Plácido
Páginas: 320
Avaliação: ★★★★
Compre em: Livraria D'Plácido
Sinopse: Unhas mal pintadas de preto e camisas de bandas. Ela ama O Diário de Bridget Jones, chocolate, e a banda Misfits. Odeia trovões, lágrimas, e ser chamada de criança. Sara Alcântara tem 17 anos e, como qualquer garota de sua idade, tem um relacionamento de amor e ódio com a mãe, com seus estudos, e com a própria vida. Ama suas amigas, que são seu suporte, e sua base. Tira boas notas na escola, por obrigação, mas deseja ser artista, porque pintar é sua verdadeira vocação.Sara tem 17 anos e muitas paixões, uma pela arte, uma por Misfits, outra pelo O Diário de Bridget Jones e uma enorme por Rodrigo Guano, que é seu primo e principal garanhão da região, que a considera apenas uma priminha, então a melhor solução é fantasiar acordada e a qualquer momento do dia, pois sonhar é de graça!
Até aquela paixão adolescente, platônica, ela possui. Ele tem nome, sobrenome, e grau de parentesco. Rodrigo Guano é seu primo, e sonho de consumo de toda a população feminina da pequena cidade de Santa Fé, onde moram. (+skoob)
O irmão mais novo de Rodrigo, o Brent tem uma paixão pela Sara e um modo calculista de se viver, porém não é correspondido, e aí que começa o triângulo amoroso nos modos do poema "Quadrilha - Carlos Drummond de Andrade" de ser. Brent amava Sara, que amava Rodrigo, que amava vai saber o quê e eu já te contei do Matheus?
Essa vida de crush da Sara, muda quando em seu aniversário quando ela e Rodrigo são francos e começam a sair às escondidas, pois sair com primos não é das melhores ideias de se contar para a família. Porém a sorte está favorável com a Sara e ela consegue uma bolsa para estudar arte em Paris durante as férias de meio de ano, mas ao voltar para sua terrinha as coisas estão bem diferentes e tome fita durex para consertar os corações.
Sara é uma garota gente como a gente no seu último ano escolar, com um grande crush para lidar e também as incertezas depois de conseguir aquilo que queria e ver outros dois caras incríveis gostando dela, eu adorava os capítulos narrados por ela, principalmente por conta de detalhes em forma de triângulo desabafando a tal situação, leria um livro só com aquelas notinhas que não sei porque me fazia lembrar a consciência da Lizzie McGuire (sim, a bonequinha desastrada). Claramente a narração da Sara é uma volta ao auge da adolescência.
Os mocinhos não são nada perfeitos, mas tem qualidades maravilhosas, principalmente o Brent e Matheus, o primeiro que sempre esteve ali para a Sara e para seus amigos e é um amorzinho de pessoa, mesmo sendo quieto e difícil de sorrir e o segundo que caiu no meio de um triângulo amoroso de paraquedas e enxerga tudo pelo lado de fora querendo estar dentro, e está aberto para dar conselhos como amigo ou futuro peguete. Rodrigo, Brent e Matheus também tem capítulos narrados por eles, em que não tem o recurso em forma de triângulo e apresentam o que estão vendo/sentindo de forma mais madura que a Sara.
Esse foi um triângulo amoroso que no fundo nem o leitor nem a Sara sabem que não dá para ficar perdido em quem escolher e que realmente tem um preferido para isso, eu sou #TeamBrent sem dúvidas! Aqui o romance e a admiração valem pelas pequenas coisas e ações, sendo que o beijo não é necessariamente tudo.
Todo o núcleo familiar e de amigos da Sara são pessoas que você adoraria conhecer, mesmo aparecendo pouco, o irmão dela e suas melhores amigas são donos de diálogos que com certeza já tivemos alguma vez na vida. Só fiquei sentindo um pouco de falta de uma conversa surtada sobre a viagem à Paris, já que teve uma dos preparativos.
A edição do livro tem bem poucos erros, e os recursos dos triângulos da narração da Sara e o início dos capítulos ter a silhueta do narrador deixou a edição uma graça, aliando com o crush que tenho com essa capa. Apenas quero um maior desenvolvimento do Matheus no segundo livro, pois adorei o jeito dele!






